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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ibope entra nos EUA com a compra do instituto Zogby

O Grupo Ibope anunciou hoje a entrada no mercado norte-americano com a aquisição de 51% do instituto Zogby, empresa com faturamento anual de US$ 7 milhões. O valor da transação não foi revelado.

Os Estados Unidos concentram 27% dos investimentos mundiais em pesquisa de mercado, algo em torno de US$ 8,9 bilhões. "Além de estarmos no maior mercado do mundo, o Zogby abre uma porta para atuação no Oriente Médio, de onde vem 20% do faturamento da companhia", disse Nelsom Marangoni, executivo-chefe da Ibope Inteligência.

A compra do Zogby integra o plano de expansão internacional da Ibope Inteligência, que também abriu um escritório no Chile neste mês e pretende instalar outro na Colômbia ao longo do ano. No final de 2009, o instituto adquiriu o SKA, de Porto Rico. No Brasil, o Ibope comprou recentemente o IDPM, de São Paulo, e o Instituto IDS, do Rio de Janeiro. Essas novas empresas e escritórios farão parte da Ibope Inteligência, unidade do grupo especializada em pesquisa de opinião pública, política e mercado.

As novas aquisições vão agregar US$ 15,7 milhões de faturamento aos US$ 58 milhões previstos para a Ibope Inteligência em 2010, de acordo com Marangoni. O faturamento total do grupo gira em torno de US$ 250 milhões ao ano.

Na América Latina, com a entrada no Chile e, futuramente, na Colômbia, a empresa estará presente nos cinco países que concentram 88% dos investimentos em pesquisa de mercado. Os outros são Brasil, Argentina e México. A partir desses países, a meta é crescer para mercados menores, como o Paraguai.

Tecnologia
Além de proporcionar a entrada no mercado dos EUA, a compra do Zogby agrega novos métodos e tecnologias ao Ibope, como a pesquisa por celular (chamada "Interactive Voice Response") e pela internet. "O Brasil ainda não tem um uso massificado de internet como os Estados Unidos, mas será interessante trocar experiências sobre como eles usam essas ferramentas", disse Márcia Cavallari, diretora-executiva da Ibope Inteligência.

Cerca de 50% da coleta de dados do instituto norte-americano é feita por meios virtuais. No Brasil, o método mais confiável para as pesquisas de opinião ainda é presencial, face a face, segundo Márcia. Para as eleições deste ano, ela conta que o Ibope deve lançar um produto para monitorar as redes sociais. O instituto deve divulgar sua primeira pesquisa de intenção de voto em março.
 
21/01 - 19:33 - Agência Estado

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Vendedor rico x Vendedor pobre

O que muda entre um vendedor ser rico ou pobre é sua maneira de pensar, isto é, sua mentalidade. Essa é uma máxima que serve para todas as profissões do mundo e notadamente para essa pessoa muito especial chamada VENDEDOR.
A maioria daqueles que estão “empacados” com seus resultados tem uma programação passada que diz que essa é a maneira “normal” de ganhar dinheiro e em geral quando as coisas não vão bem, culpam o mundo.
A verdade em poucas palavras é a seguinte: As pessoas ricas no mundo não ganham salário, ganham comissões, participação em lucros, trabalham melhor a hipótese de risco.
A primeira coisa que quebra a regra da riqueza é estabelecer um teto para o seu rendimento.
O vendedor rico quer possuir o melhor dos dois mundos. Como assim? Entre uma carreira de sucesso e mais tempo para a família, quer as duas coisas. Entre se dedicar aos negócios ou o lazer, também as duas coisas. Idem para dinheiro ou uma vida com sentido. Idem entre enriquecer e fazer um trabalho por puro prazer. Tudo é uma questão de mentalidade.
Você é aquilo que pensa. Apenas ler não fará a diferença na sua vida, é preciso acreditar e colocar em prática, isto é, tomar posição, ter atitude. Ler agora é importante, mas o sucesso no mundo real vem com suas ações.A partir desse ponto você fará novas escolhas... tomará novas decisões... E obterá novos resultados. A marca da riqueza é determinada por quanto o ser humano é capaz de dar e ajudar.
Há 15 anos atrás um pesquisador da Universidade de Michigan fez uma pesquisa com 2 mil alunos sobre o que esperavam na vida sendo que 1800 responderam que queriam ficar ricos e apenas 200 disseram que queriam ajudar pessoas.
Há alguns meses esse mesmo pesquisador voltou à tabulação de todos aqueles dados e foi verificar o que aconteceu com essas pessoas e descobriu que 202 eram milionários. Sua surpresa foi muito grande quando descobriu que nesse time de 202 pessoas estavam todos os 200 que disseram que queriam ajudar pessoas.
Assim como em qualquer outra profissão, o que faz um profissional de vendas ser bom, se diferenciar da multidão, ser um verdadeiro campeão de vendas é sua forma de ser. Antes de tudo é alguém que desafia seus pensamentos, seus hábitos e não limita suas ações.
Se você deseja que a Terra seja um lugar melhor, então passe você mesmo a ser alguém melhor. O sucesso e a abundância da vida estão esperando por você.

Lembre-se, se você crescer e se tornar uma pessoa bem-sucedida em termos de caráter e de atitude mental, será um vitorioso e o seu sucesso será uma coisa muito natural.Ninguém nasce gênio... Se outros podem, você também pode.Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
13 de fevereiro de 2007 às 17:26
Gilclér Regina é um dos palestrantes mais atuantes em Motivação em Vendas, realizando convenções de muitas empresas sempre com muito sucesso, numa palestra bem humorada, um show de motivação com conteúdo forte e cheio de carisma. Site para palestras: www.ceag.com.br

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Boas campanhas fazem a diferença

São Paulo 02/04/2009 - 19:57
No início da crise econômica mundial o governo brasileiro afirmava que o País estava preparado para lidar com ela, mas não é o que vemos. O crédito está escasso em todo mundo, os juros só sobem e tendem a aumentar cada vez mais e as empresas anunciam demissões. Enquanto isso, os consumidores ficam com receio de comprar e tem início o que chamamos de processo de recessão da economia.
E o que fazer para continuar a vender e motivar os consumidores a comprar? Uma alternativa bem interessante são as campanhas de incentivos, que tem objetivo atingir um público específico para alavancar as vendas, fidelizar os clientes e até mesmo posicionar o nome da empresa de forma correta e consolidada no mercado.Vale afirmar que uma campanha bem estruturada incentiva as vendas e pode possibilitar a qualificação e atualização da base de dados dos clientes também.
Os benefícios que uma campanha pode trazer são bem fáceis de exemplificar. Vamos pegar um fabricante de ração para cães, no qual vai realizar uma ação para os vendedores das lojas especializadas e pet shops. O fabricante oferece prêmios para os vendedores que atingirem uma determinada meta de vendas, durante um período, e que realizarem uma pesquisa com os clientes que adquiriram a ração. A partir disso, a empresa passa a conhecer melhor o seu cliente e pode criar cada vez mais campanhas assertivas.
As campanhas de incentivo contribuem e muito para o crescimento dos negócios, mas não se pode esquecer que a gestão minuciosa da campanha é fundamental para a sua eficácia! É importante fazer um planejamento detalhado e ter uma equipe bem treinada para executá-la.
Fato é que com ou sem crise sempre há o que fazer a favor dos nossos negócios e como já vimos a campanha pode ser um grande aliada. Vamos lá e mãos à obra!
Por Wagner Matheus, diretor geral da TRD Marketing Solutions,
empresa brasileira especializada em Marketing Direto.

terça-feira, 10 de março de 2009

Liderança de sete anos sob ameaça alerta a Fiat

9 de Março de 2009 - A Fiat, que durante sete anos reinou absoluta no mercado doméstico, viu em fevereiro a Volkswagen assumir a liderança de vendas de automóveis no Brasil. Mas a montadora italiana não vai vender barato o posto de primeira no ranking do País.

O presidente da Fiat Automóveis, Cledorvino Belini, disse que a empresa esta focada nas vendas a varejo e fará todas as ações para melhorar a performance da montadora no mercado interno.

Ele, que durante a apresentação da versão turbo do Punto, disse que a Fiat não estava preocupada com a liderança no mercado e sim em liderança nos resultados se viu questionado pelo seu principal executivo comercial, Lélio Ramos, que, em tom de brincadeira, disse:
"Mas sou cobrado todos os dias sobre a liderança de vendas", ressaltou Ramos. Em resposta Belini afirmou: "Mas essa é a minha função".

Funções à parte, a Fiat realmente está preocupada com a ascensão da Volks no mercado de automóveis no Brasil. A montadora logo se apressou em retomar o ritmo de produção e ajustar seus estoques, motivo apontado pelos executivos para a perda da liderança para a rival alemã.
"Esperava-se uma crise muito maior, e isso não ocorreu. O governo interveio, com o estimulo ao crédito e a redução do Imposto sobre Produtos Industrializado (IPI) e aconteceu uma reviravolta. Não esperávamos tão rapidamente esta melhora. Nossos estoques estavam baixos, ao contrário da concorrência que tinha um nível melhor quando o mercado começou a recuperar", explicou Lélio Ramos.

Segundo a Fiat, os estoques dos modelos campeões de venda, Palio e Uno Mille, estavam com nível de 4 mil e 3 mil unidades respectivamente. "Sempre queremos crescer, mas sem nos esquecermos de que a concorrência também está ai preparada da mesma forma que a Fiat. Mas é bom ressaltar que não faremos loucuras para conquistar a liderança a todo custo. Nisso somos responsáveis. O que mais nos interessa é a liderança nas vendas aliada aos bons resultados da companhia. Esse é o nosso objetivo", disse Belini .

"Nós fomos muito rápidos nos ajustes de produção e a expectativa para março é de vendas melhores que em fevereiro", disse Belini. Segundo ele, até o final de março a empresa deverá produzir 3 mil unidades por dia, mesmo ritmo de produção de setembro do ano passado. Em dezembro, no auge da crise econômica mundial, a montadora produzia cerca de mil veículos diariamente. Hoje, a Fiat fabrica cerca de 2,6 mil unidades por dia na fábrica de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. "À medida que o mercado retome, vamos fazer os ajustes necessários. Temos para gastar um banco de 1 milhão de horas e já estamos trabalhando aos sábados", ressaltou Belini.

O presidente da Fiat, no entanto, não estima um mercado melhor sem a prorrogação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) prevista para acabar no dia 31 de março. "Isso é uma decisão de governo e do setor. Mas este mercado de hoje não se sustenta sem a redução do IPI", disse Belini. "Eu sou otimista por natureza e espero uma decisão acertada do governo. Se isso não acontecer eu vou ficar triste".

Belini afirmou ainda que, a proposta do governo de prorrogar a isenção do imposto com a contrapartida de manutenção dos empregos no setor, será válida realmente se o mercado se sustentar. "A melhor lei que temos é a lei do mercado. Com vendas em um patamar aceitável os empregos são mantidos", ressaltou Belini que administra uma empresa que emprega 15 mil funcionários diretos em Betim.

Além da manutenção da isenção do IPI, Belini afirmou que outra medida que poderá estimular ainda mais as vendas no mercado interno é a redução da taxa de juros praticada hoje no País. "A questão dos juros é muito importante para estimular as vendas", afirmou o executivo, ressaltando que o ideal é uma taxa de 10% ao ano. "O que eu quero é mercado. A confiança do consumidor restaurada, menor carga tributária e juros baixos tudo isso é que faz um mercado grande", disse Belini.

Exportação retomada
Quanto às exportações, a Fiat, segundo Belini, espera que as vendas externas este ano cheguem a 70 mil unidades. Em 2008, a montadora exportou 78.221 veículos principalmente para países latinos. "O mercado externo foi muito afetado pela crise e isso dificulta as exportações. Temos que trabalhar muito para mantermos os mercados já conquistados. Esta semana mesmo irei para a Colômbia, país que voltaremos a atuar depois de muito tempo", afirmou o principal executivo da Fiat.
Investimentos
Belini reafirmou que os investimentos programados de R$ 5 bilhões até 2010 estão mantidos. "Os recursos para novos produtos, pesquisa e desenvolvimento estão mantidos. Precisamos ter carros que o mercado deseje. É isso que garante a manutenção de nossa participação", disse Belini.

A Fiat para aumentar o seu portfólio de produtos, segundo o executivo, deverá trazer já no segundo semestre deste ano, o sucesso de vendas da montadora na Europa, o Fiat 500. "É um produto de nicho e acreditamos que será sucesso também aqui no Brasil e isso vai reforçar a força da marca no mercado brasileiro".
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Ana Paula Machado e Durval Guimarães)
09/03 - 00:51

sexta-feira, 6 de março de 2009

Marketing de Incentivo: Ferramenta para Motivar Vendedores


Um dos grandes desafios impostos a todas as empresas é saber lidar com a motivação de seus funcionários, especialmente das equipes de vendas que vivem a pressão diária por excelência nos resultados. Muitas vezes, por desconhecimento, algumas empresas acabam utilizando mal seus investimentos em ações motivacionais, desviando-se do foco do negócio, impossibilitando a conquista de objetivos e metas.

Um recurso que tem ajudado muito a equilibrar a questão resultado x motivação é o Marketing de Incentivo, uma ferramenta que engloba campanhas de incentivo, endomarketing, fidelização, programas de relacionamento, eventos, viagens, entre outras ações que permitem, dentro de uma relação custo/benefício, atingir os objetivos da empresa. Cada vez mais a motivação das pessoas envolvidas com o negócio contribui para o sucesso empresarial.

Há inúmeras formas de realizar ações de Marketing de Incentivo. Elas podem ser direcionadas aos clientes, canais de distribuição, funcionários ou parceiros. Independente do prêmio escolhido, qualquer ação neste sentido é “quantificável”, ou seja, é possível saber o retorno para cada centavo investido. Os prêmios (que representam de 70 a 80% dos gastos investidos) só serão efetivamente desembolsados se os resultados forem plenamente atingidos ou superados.

Qual a essência do Marketing de Incentivo?
É uma ferramenta que sustenta o tripé: motivação, reconhecimento e recompensa. Nos diversos segmentos de mercado, as ações podem ser utilizadas para: aproximar a equipe de vendas à matriz, refinar a área de pós-venda, levar à conquista de novas contas, suplantar a concorrência, motivar pessoas, melhorar o clima interno, aumentar a qualidade, e muito mais. Para a área de vendas, essa ferramenta é muito eficaz. Os resultados, na maioria das vezes, estão sempre atrelados a metas. Ou seja, a idéia fundamental de uma campanha de incentivo é alinhar o objetivo do negócio (aumentar vendas, diminuir custos etc.) com as pessoas que trabalharão para isso.

Portanto, para concretizar o Marketing de Incentivo é necessário, primeiramente, uma campanha. Pode-se contratar uma empresa especializada para criar a campanha e orientar a empresa sobre investimentos em soluções de premiação como viagens, catálogos, cartões de premiação e vouchers.

As campanhas de incentivo evoluíram muito. Hoje elas são ferramentas que agregam valor aos participantes, partindo-se da premissa que informação é a maior de todas as motivações. Quem tem informação tem mais segurança, confiança, auto-estima e essa é a maior de todas as motivações. Já não basta ter uma meta de um lado e uma premiação de outro se não houver condições, dentro do processo, para que os participantes alcançem os resultados. Essas condições são: boa distribuição dos produtos, preço competitivo, informações sobre o mercado, perfil de cliente e concorrência, além de boas condições de trabalho, clima interno, transparência nas relações, comprometimento com outras áreas da empresa, entre outras. As campanhas de incentivo são uma fórmula de relacionamento importante, pois ajudam a fidelizar funcionários e manter o clima da empresa sempre bom. Porém, uma campanha não pode ser vista como o “salvador da pátria” em empresas que não trabalham bem o relacionamento interno ou, por exemplo, quando o clima interno não está favorável.

É importante destacar alguns cuidados a serem considerados para que a adoção desta ferramenta seja realmente um sucesso. Seguem as etapas que garantem a efetividade de uma ação de Marketing de Incentivo:

1) O diagnóstico - É essencial entender os fatores geradores da campanha, ou seja, para que ela foi criada. É importante também mapear o perfil do público, conhecer bem o mercado, entender a cultura da empresa e analisar a concorrência. O diagnóstico ajuda a formar o briefing.

2) O planejamento - Nessa etapa são definidos: o objetivo, a meta, o regulamento, a premiação, as métricas de avaliação, as estratégias de comunicação e criação - com cronograma de peças e ações motivacionais aos vendedores. Um dos segredos aqui é estabelecer metas possíveis de serem alcançadas. Esse é o primeiro passo para conquistar a adesão e a motivação das pessoas.

3) O lançamento - Momento para "engajar" os participantes e fazê-los perceber que a empresa investe, valoriza, aposta e reconhece sua equipe. Um lançamento de impacto é fundamental para conquistar as pessoas. E, nesse sentido, um evento é sempre uma boa alternativa. É possível envolver os participantes já no universo criativo da campanha.

4) A sustentação - É uma etapa de extrema importância, pois os participantes da campanha precisam de estímulos constantes para continuar motivados. O mercado e a empresa podem mudar, os produtos envolvidos podem sofrer alterações, enfim, uma série de fatores pode exigir a busca de novas ações para corrigir rotas e manter vendedores envolvidos e engajados. Na fase de sustentação também é importante dar feed-back aos participantes - isso ajuda a orientar e reorientar as estratégias das pessoas.

5) O encerramento - Merece a mesma atenção de um lançamento, com a entrega dos prêmios e a análise dos resultados. O reconhecimento da empresa é um dos objetos de desejo dos participantes.

6) Relatório final - Momento de comprovar os resultados, mostrar o que se ganhou com a campanha. Cabe lembrar que, ao premiar um vendedor ou quem quer que se queira sensibilizar com as soluções de premiação, é interessante oferecer ao contemplado a liberdade de escolha de seu prêmio através de cartões ou vouchers de premiação. Outra alternativa é escolher prêmios, que vão de bens duráveis a bens de consumo; um exemplo típico são as premiações em viagem que se tornam inesquecíveis na memória das pessoas.

Vale ressaltar, mais uma vez, que uma das principais vantagens é que o Marketing de Incentivo é praticamente autopagável. A empresa só terá o investimento em premiações depois que as metas propostas forem atingidas, seja aumentando lucros ou diminuindo custos. Além disso, o ganho em produtividade do vendedor é muito superior ao gasto em recompensas.

Criar novos caminhos para ampliar resultados em vendas é uma excelente opção para auxiliar as empresas a alcançarem os resultados pretendidos. Certamente, o Marketing de Incentivo pode ser uma criativa e satisfatória ferramenta a ser utilizada pelos empresários para motivar seus vendedores e aumentar sua competitividade.

Jorge Medauar é diretor de criação da Incentive House, uma empresa do grupo Accor.
07/03/2007

quarta-feira, 4 de março de 2009

Prefeitura de SP dá início processo de recadastramento de ambulantes

Todas as subprefeituras terão que fazer cadastro no mesmo prazo. 4.600 ambulantes devem entregar documentos a partir de 16 de março.
A Secretaria das Subprefeituras abriu oficialmente nesta segunda-feira (2) o programa unificado de recadastramento dos vendedores ambulantes da capital paulista. A partir de agora, todas as subprefeituras da cidade terão que realizar o processo na mesma data, o que não ocorria nos anos anteriores.
Para unificar o prazo, a subprefeitura divulgou, na quinta-feira (26), no Diário Oficial da cidade um calendário com as datas limites do processo. A convocação dos ambulantes para comparecerem nas subprefeituras com os documentos necessários, porém, só começa no dia 16 de março, quando será publicada no Diário Oficial a primeira chamada. Uma segunda chamada deve ser publicada no dia 1º de abril, para os ambulantes faltosos da primeira.
Segundo a Secretaria das Subprefeituras, atualmente, existem 4.600 termos de permissão de uso (TPUs) distribuídos aos ambulantes. É esse documento, pessoal e intransferível, o que torna os vendedores regularizados para a venda, em locais específicos, de mercadorias com origem comprovada por nota fiscal. O número é de 2007, ano em que a prefeitura baixou uma portaria proibindo a emissão de novos TPUs. Na época, a medida foi tomada para a administração municipal avaliar o comércio ambulante na cidade. A portaria tem vigência de um ano e foi renovada pela prefeitura por mais um ano, prazo que se encerra no meio de 2009.
O programa não visa à abertura de novas concessões, mas sim a regularização das já existentes. Como a TPU é pessoal e intransferível, a secretaria quer saber se o documento continua sendo utilizado pelas pessoas cadastradas. De acordo com a secretaria, alguns vendedores podem ter morrido e passado a documentação para terceiros, o que é ilegal. Além disso, a prefeitura irá fazer um novo mapeamento e distribuição dos locais em que os ambulantes trabalham. A secretaria não tem nenhuma estimativa da redução no número de licenças que o recadastramento irá gerar.
Processo de regularização
Nesta segunda-feira, com a abertura oficial do programa, as subprefeituras terão que nomear uma pessoa para organizar o recadastramento em sua região. No dia 10 de março, haverá uma reunião desses representantes com o coordenador das subprefeituras. No encontro, eles terão que prestar contas do que cada subprefeitura planejou e como será executado. Seis dias depois, será publicado no Diário Oficial o início da convocação dos ambulantes. Os locais de atendimento e os documentos necessários, de acordo com a secretaria, serão divulgados pelas próprias subprefeituras, que também tentarão entrar em contato com os ambulantes cadastrados. No dia 15 de abril será publicada a lista com os nomes dos vendedores que atenderam a convocação e tiveram a permissão renovada. Os nomes daqueles que tiveram a documentação negada serão divulgados no dia seguinte. No dia 24 de abril, será feita a convocação para os que ambulantes recadastrados assinem os novos TPUs.
02/03/09 - 13h37

As Vendas Não São Mais as Mesmas?

por Wagner Campos
Esteja aberto a mudanças!
Freqüentemente, ao conversar com profissionais p
rincipalmente da área de vendas ouvimos, comentários como "o mercado está ruim", "as vendas não andam boas", "os clientes sumiram" e ainda as comparações nostálgicas "há 10 anos atrás aqui era muito melhor".
Porém também é comum esquecerem que tudo mudou: a concorrência, os clientes, a economia, a política, as fontes geradoras de renda etc. Ficamos tentando utilizar as mesmas estratégias de décadas atrás. Sempre o mesmo "posso ajudá-lo", "fique a vontade", "parcelamos para você em 10 vezes", "bonito né?", "custa x".

Aquele jargão que "em time que está vencendo não se mexe" não existe no conceito mercadológico. Falando-se em time, até mesmo em um time de futebol, por exemplo, o técnico muda as técnicas de ataque e defesa, dependendo de qual será o time adversário. Por isso pode vir a continuar a ganhar, eles também mudam sim!

É necessário então compreender quem está visitando seu estabelecimento, com quem costuma vir, quais horários, o que normalmente está buscando, quantas vezes vem analisar o produto e qual pergunta costuma fazer entre tantas outras informações que precisarão ser mensuradas para definir uma boa estratégia.

Atendimentos viciosos não costumam ser produtivos, espantam os clientes, inibem, não agregam valor ao produto, não criam interesse e apenas despertam o "deixar para depois".

Assim como as empresas investem em seus colaboradores através de treinamentos, congressos e palestras, estes colaboradores precisam estar investir em si próprios e terem interesse em participar deste processo de transformação e mudança.

Equivocadamente e viciosamente muitos têm o hábito de afirmar que fazem "isso ou aquilo" há anos e que não há nada de novo para aprender. Sempre há coisas novas, o mundo continua a girar, milhares de seres humanos nascem a cada milésimo de segundo, novos produtos são desenvolvidos diariamente, serviços são criados para agregar valor a determinados produtos e assim sucessivamente.

Passamos por mudanças naturais durante toda nossa vida e ainda nos importamos em mudar nossa aparência através de um simples corte de cabelo, seja por moda, por necessidade ou por vaidade.
É necessário ser mais pro ativo e menos reativo, ou seja, dar o passo adiante sozinho em vez de ficar aguardando um empurrão que te leva para frente, mas pode te derrubar.

Não existem fórmulas mágicas para vender bem, vender mais ou vender melhor. Existem atitudes que colaboram para todas estas melhorias. A atitude de estar disposto a aprender. Aprender com os erros, aprendere melhorar ainda mais com os próprios acertos, aprender a observar, ouvir, questionar e colaborar.

A base de tudo se limita em uma simples palavra: ATITUDE! Você está disposto a ter ATITUDE para mudar e vencer?


* Wagner Campos - Consultor, Palestrante e Professor Univ -
Reprodução autorizada desde que mencionado o autor e sua utilização através do contato da minha coluna.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Com Ronaldo, Corinthians precisa de recorde na venda de camisas

Na temporada de 2008, marcada pela campanha do Corinthians na Série B do Campeonato Brasileiro, o clube contou com um grande apoio da torcida para superar as dificuldades - o que possibilitou várias ações de marketing, como o lançamento da camisa roxa, um sucesso entre os fiéis alvinegros.
Entretanto, engana-se quem pensa que o clube do Parque São Jorge ganhou mais com a venda das camisas. Segundo reportagem publicada neste domingo pelo jornal O Estado de S. Paulo, o número oficial de vendas em 2008 foi de 500 mil - inferior ao mínimo exigido pela Nike para adquirir o direito ao recebimento de mais royalties.
O número também difere, e muito, daquele apresentado pelo presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, em entrevista recente, em relação ao número de camisas vendidas. O cartola havia falado em 3 milhões de unidades comercializadas.
Para 2009, o clube alvinegro espera contar com o fenômeno de marketing Ronaldo para alavancar a comercialização de seus produtos e faturar mais. O objetivo, segundo o Estadão, é "vender mais de um milhão de peças", o que possibilitaria um retorno maior em royalties.
A Nike fechou um contrato de R$ 5 milhões por ano com o Corinthians e, com isso, precisa de uma garantia mínima de número de camisas vendidas para que o investimento valha a pena. A partir do número mínimo, o clube passa a faturar com os royalties.
Mal o ano começou, e o Corinthians já lançou no mercado a campanha "Dois mil e nove fenomenal", com a imagem do badalado reforço contratado no fim de 2008.
Para este ano que está começando, o clube pretende receber cerca de R$ 27 milhões em patrocínio: além dos R$ 5 milhões da Nike, são esperados R$ 20 milhões da empresa que estampar sua marca no peito da camisa da equipe e outros R$ 2 milhões no calção e nas mangas. Só com royalties de licenciamento, a previsão corintiana é de algo em torno de R$ 4 milhões.
por Redação ESPN.com.br
04/01/09 - 19:14

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