VIDEOSALES

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Vendas: 4 Dicas para Vender seu produto, Serviço ou Imagem

O primeiro produto a ser vendido é a sua imagem. Se o seu cliente lhe comprar, você tem grande possibilidade de fechar a venda. Então, listei quatro pontos fundamentais, que considero as ferramentas do Profissional de Vendas, aliás, as ferramentas de todo profissional, pois todos vendem, um produto, um serviço, uma imagem.
Aparência: O que se mostra a primeira vista; aspecto. (Aurélio) De um modo geral, nós controlamos as opiniões dos outros sobre nós mesmos. Inicialmente somos estranhos aos outros e as sua opiniões a nosso respeito são fortemente determinadas pelo modo como nos portamos. Sabendo disto, cabe a nós portarmo-nos de forma a causar uma boa impressão nos outros. A elegância e distinção constroem os elegantes e distintos. Se você quiser que as pessoas pensem bem de você, que o considerem, que o vejam com admiração e respeito, você deve dar-lhes a impressão de que é merecedor desta distinção. Isto é feito primeiramente pelo que você pensa de si mesmo. Que imagem você quer que as pessoas tenham de você? A sua imagem vale dinheiro. Defina a imagem que você quer transmitir e esforce-se para criá-la. O Profissional de Vendas vende, antes do produto, a sua imagem. Lembre-se: a primeira impressão é a que fica.
Sorriso: Mostrar-se alegre. (Aurélio) Quando você sorri, você corre o risco de receber outro sorriso de volta ou um leve cumprimento. As pessoas tendem a responder conforme o comportamento da outra pessoa. Assim, nos primeiros instantes, quando você tem o primeiro contato visual, antes de dizer qualquer coisa, dê um sorriso sincero. Exatamente, ela devolverá o sorriso e será gentil. A habilidade aqui consiste em você construir uma atmosfera favorável a venda. Para o Profissional de Vendas, o sorriso devolvido já é o início de uma relação vendedor-cliente.
Elogio: Expressão de admiração, aprovação, louvor. (Aurélio) Nem só de pão vive o homem! O homem necessita de alimento para o seu espírito tanto quanto para o seu corpo. Lembra-se de como você se sente quando recebe uma palavra gentil ou um elogio? Lembra-se quanto tempo dura essa agradável sensação? Todas as pessoas têm essa necessidade de reconhecimento, de saber que lhes dão importância e que conseguem motivar alguém a prestar atenção nelas. Bem, todos irão agir da mesma forma. Assim, diga às coisas que as pessoas querem ouvir. Elas irão adorá-lo por dizer coisas agradáveis e você se sentirá bem por haver dito a elas. Mas... O elogio deve ser sincero. Se ele não for sincero, não o faça. Elogie o ato, não a pessoa. Elogiar o ato evita embaraços e constrangimentos, além de ser dado em uma esfera mais ampla, evitando sentimentos de favoritismo e criando um incentivo para atos do mesmo gênero.
Ex.: João, seu trabalho junto a AACC foi excelente, (ao invés de João, você é muito bom no trabalho comunitário). Maria, você realizou um serviço excelente no relatório de final de ano (ao invés de Maria é uma ótima funcionária). Faça o elogio ser específico atingir o alvo em cheio.
Comunicação: Ato ou efeito de comunicar(se); Processo de emissão, transmissão e recepção de mensagens por meio de métodos e/ou sistemas convencionados. (Aurélio) A comunicação é uma arma de grande utilidade nas mãos dos Profissionais de Vendas. O primeiro passo é ser claro, objetivo e saber que a comunicação faz parte de sua aparência. O segundo passo é entender de gente. As pessoas se comunicam não somente pela voz, mas também com gestos e posturas. Prestar atenção ao cliente e interpretar o tipo de linguagem que ele está usando, é fundamental para o aumento do número de fechamentos e, conseqüentemente, das vendas. Existem pessoas que são sinestésicas, ou seja, só enxergam pegando. Por exemplo: experimenta a calça e o sapato para verificar se realmente é o certo. Outras são visuais e enxergam apenas olhando. Elas vêem e se dão por satisfeitas. E há pessoas que são auditivas, só enxergam ouvindo. Precisam apenas ouvi-lo falar do produto e já tomam sua decisão. Você conseguirá distingui-las através da linguagem utilizada por elas. Por exemplo: Sinestésicas: fulano, pega isso. Sente isso aqui. Visuais: fulano, olha isso. Viu só como é? Auditivos: fulano, você ouviu? Escuta só isso aqui.
Classificar o tipo de linguagem do seu cliente é importantíssimo e lhe ajudará no fechamento das vendas, utilizando-se da mesma linguagem que ele.
Use essas ferramentas e, tenha certeza, o sucesso virá. É hora de fazer acontecer!
Por Claudinei Costa
Publicado 12/06/2006

Notas falsas prejudicam comércio no sambódromo

Comerciantes tiveram prejuízo de mais de R$ 1 mil
Comerciantes que montaram barracas de comida e bebida na área do sambódromo de Campinas durante o Carnaval foram surpreendidos por notas falsas passadas por foliões.

No total, 40 barracas foram montadas na avenida que se transformou no sambódromo. Apesar do esquema de segurança, com a presença da Guarda Municipal e da Polícia Militar, alguns comerciantes tiveram prejuízo de mais de R$ 1 mil, segundo Ricardo de Souza, que recebeu quatro notas falsas de R$ 50.

Além de receber o dinheiro falso, o comerciante perde ainda o valor do troco e da mercadoria.Segundo os comerciantes para prevenir os golpes, a própria Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) passou o número de série das notas. Algumas barracas passaram a negar as notas de R$ 50 e outras usam uma caneta que marca o papel falso.

Os comerciante estão em alerta para prevenir prejuízos, explica José Maria de Freitas, mas também já foram identificadas notas de falsas de R$ 20.

Ademir Ribeiro de Freitas recebeu quatro notas falsas no sábado e mais duas na noite de domingo. Ele afirma que a falsificação é quase perfeita e, portanto, é difícil identificar na correria. A polícia informou que o caso está sendo apurado pelo batalhão responsável pela área e ressaltou que é importante que as vítimas do golpe registrem boletim de ocorrência ou avisem a polícia pelo 199.
23/02/2009 - 14:35

Agricultores brasileiros expõem alimentos no Oriente Médio

BRASÍLIA - De hoje (23) até quinta-feira (26), agricultores brasileiros apresentam, nos Emirados Árabes Unidos, alimentos produzidos no país. Em parceria com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, o Ministério da Agricultura participa da Gulfood, a maior feira de alimentos do Oriente Médio, realizada em Dubai.
Segundo o ministério, a exposição tem como objetivo promover o agronegócio brasileiro na região e intensificar as vendas do país para o Oriente Médio. Ao todo, 14 empresas agrícolas, além de associações de produtores e exportadores, integram a missão brasileira.
Entre os produtos expostos no pavilhão do Brasil, estão café, ovos, derivados de leite, água de coco, mel, carnes, milho e frutas. As relações comerciais com o Oriente Médio está se expandindo. Segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, as exportações para os países árabes atingiram US$ 9,8 bilhões no ano passado, 43% a mais que o registrado em 2007.
Os produtos que lideram a pauta de exportações para a região são a carne e o açúcar, com destaque também para os minerais. Os principais mercados em 2008 foram Arábia Saudita, com vendas de US$ 2,5 bilhões, Egito, com exportações de US$ 1,34 bilhão, e Emirados Árabes Unidos, com receita de US$ 1,32 bilhão.De acordo com o Ministério da Agricultura, o Brasil responde por boa parte da venda de alimentos para a região, que é grande importadora de comida. As exportações, no entanto, estão concentradas em poucos produtos. Na avaliação do governo, o país pode ampliar as vendas de laticínios e café.
23/02/09 - 19:18

OMC espera que G20 financeiro transforme vontade política em ações contra a crise

Brasília - A Cúpula de líderes do G20 financeiro, prevista para dia 2 de abril, em Londres, testará a efetiva disposição política das grandes economias desenvolvidas e em desenvolvimento a encontrar soluções para evitar uma recessão ainda mais profunda na economia mundial, acredita o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy. O grupo, do qual o Brasil faz parte, concentra 90% do Produto Interno Bruto mundial (PIB).
Será um teste de sua habilidade em transformar vontade política em ação. Também testará a capacidade dos mecanismos existentes em lidar com desafios globais”, afirmou Lamy , em visita hoje (23) à Seul (Coréia do Sul). “Estamos passando pela pior recessão econômica desde a Segunda Guerra Mundial. Nenhum país está imune à crise. O comércio está encolhendo, o crescimento está em declínio e o desemprego está crescendo”, disse.

Lamy falou, ainda, que em épocas de crise é fundamental recuperar a confiança nos mercados. Ele recomenda aos governos sanear, com urgência, os balanços dos bancos – nesta segunda-feira, o Tesouro americano anunciou justamente novas regras de socorro aos bancos em crise, com possibilidade, inclusive, de estatizações.
O diretor-geral da OMC também recomendou aos governos que mostrem se seus planos individuais de estímulo econômico estão integrados a um esforço global. “O futuro não está claro e ainda é cedo para sabermos se estamos no fundo desta recessão ou se é apenas o começo. Mas uma coisa é certa: a profundidade e a extensão da crise serão um exercício para a capacidade dos países de integrarem uma ação global e de reinjetarem a confiança em nossos sistemas econômico e social”, afirmou.
A adoção de medidas protecionistas pelos países ricos em seus pacotes de enfrentamento da crise financeira internacional também continua preocupando a Lamy. “Os governos devem mostrar que o entorno comercial mundial não está se degradando, que as pressões isolacionistas estão controladas”, disse.
Ele lembrou, ainda, que no primeira cúpula do G20 financeiro, em novembro, em Washington, os líderes concordaram em evitar, nos 12 meses seguintes, o surgimento de novas barreiras aos investimentos e ao comércio e a imposição de novas restrições às exportações. Também pediram a rápida conclusão da Rodada Doha para que o comércio impulsione a recuperação da economia mundial. Os mesmos apelos foram feitos pelos chefes de Estado e de governo do G7 – as sete economias mais industrializadas do mundo – em reunião em Roma, há duas semanas.
Manter um ambiente de comércio aberto, justo e transparente é vital para a recuperação econômica. Concluir as negociações da Rodada Doha é a um fruta pendurada ao nosso alcance. É o caminho mais fácil para estimular os países em desenvolvimento, que não podem arcar com pacotes muito caros. Isso pode ser feito, isso deve ser feito e estou confiante que será feito”, afirmou Pascal Lamy.
Mylena Fiori
Repórter da Agência Brasil
23 de Fevereiro de 2009 - 19h22

Visite também: